Ana Patricia/COB
O técnico da equipe masculina de handebol do colégio CAIC, do Piauí, Giuliano Ramos, vem chamando a atenção pelo estilo como comanda o seu time. Graças a toda emoção e cobrança que passou no primeiro jogo, ele levou a vitoria e o apelido de Bernardinho, em alusão ao técnico da Seleção Brasileira masculina de vôlei, logo no primeiro dia das modalidades coletivas nos Jogos Escolares da Juventude 2016, etapa de 15 a 17 anos.
Logo na estreia da equipe, Giuliano Ramos mostrou toda cobrança e energia que pretende levar pro resto da competição. Num jogo de muitos "abaixa, levanta, grita e puxa os cabelos", o professor levou os atletas do colégio CAIC a uma vitória de 26 a 19 contra a equipe de Santa Catarina.
Giuliano, que já tem na bagagem dois vices campeonatos mundiais e inúmeros campeonatos brasileiros, levou os alunos da etapa anterior, 12 a 14 anos, à medalha de prata, perdendo apenas no último jogo por um gol de diferença. "Estamos trabalhando para isso, é muito difícil por que tem muitas escolas de alto nível, mas a gente tem grandes possibilidades é só concentrar, melhorar os erros, para chegar à final", disse o professor, que pretende levar o ouro dessa vez e ser bicampeão dos JEJs.
Giuliano, que já tem na bagagem dois vices campeonatos mundiais e inúmeros campeonatos brasileiros, levou os alunos da etapa anterior, 12 a 14 anos, à medalha de prata, perdendo apenas no último jogo por um gol de diferença. "Estamos trabalhando para isso, é muito difícil por que tem muitas escolas de alto nível, mas a gente tem grandes possibilidades é só concentrar, melhorar os erros, para chegar à final", disse o professor, que pretende levar o ouro dessa vez e ser bicampeão dos JEJs.
Os atletas, que já se acostumaram com o jeito duro do técnico, garantem que é graças às cobranças dele nos treinos, e principalmente nos jogos, que eles conquistaram muitos de seus títulos. "A gente se acostuma, tem que respeitar, mas ele é assim mesmo. Nosso time tem títulos por conta disso. O jeito dele faz com que a gente cada dia melhore", disse João Pedro, de 17 anos, que completa dizendo que ainda sim ele é como um pai, que cobra, mas também cuida.
Ao descobrir o novo "apelido", o técnico riu e brincou: "Quem dera. Se eu tivesse tanto conhecimento quanto nosso grande técnico Bernardinho". Ele, que ensina os meninos desde a categoria mirim, garante que eles são acostumados com as broncas e é assim que são incentivados. "Eles são acostumados a eu gritar, pular. Se eu parar eles não andam, então é assim mesmo, é uma energia que eu passo pra eles dentro de quadra", explicou.
(Texto escrito por Raquel Pimentel para site www.cob.org.br)
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